"Não temos de lamentar-nos ou arranjar outras situações. Foi o adversário que nos saiu", afiança o dirigente leonino. "Gostamos da Taça de Portugal e queremos vencer o troféu. Vamos jogar para ganhar", assegura Costinha.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Costinha "Vamos jogar para ganhar"
Costinha representou o Sporting no sorteio da III Eliminatória da Taça de Portugal, afirmou que o Estoril, adversário que saiu no caminho dos leões, é dificil, mas que a equipa não se pode queixar e tem de entrar para ganhar.
"Não temos de lamentar-nos ou arranjar outras situações. Foi o adversário que nos saiu", afiança o dirigente leonino. "Gostamos da Taça de Portugal e queremos vencer o troféu. Vamos jogar para ganhar", assegura Costinha.
"Não temos de lamentar-nos ou arranjar outras situações. Foi o adversário que nos saiu", afiança o dirigente leonino. "Gostamos da Taça de Portugal e queremos vencer o troféu. Vamos jogar para ganhar", assegura Costinha.
Fernando não joga frente ao CSKA Sofia
Fernando não treinou esta manhã e não entra nas contas de André Villas Boas para o encontro com o CSKA Sofia, Quinta-Feira, para a Liga Europa. O médio brasileiro tem uma mialgia de esforço na coxa esquerda. Belluschi, que também não marcou presença no relvado do centro de estágio do Olival, ficou em tratamento, devido a uma lesão no pé esquerdo.
Mariano continua condicionado. Os azuis e brancos treinam amanhã de manhã, viajando ao princípio da tarde para a Bulgária.
Mariano continua condicionado. Os azuis e brancos treinam amanhã de manhã, viajando ao princípio da tarde para a Bulgária.
Fábio Coentrão até 2016
O Sport Lisboa e Benfica comunicou a CMVM que prolongou o contrato de Fábio Coentrão por mais uma época. A cláusula de Rescisão mantém se nos 30 milhões de euros.
Comunicado
A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, em cumprimento do disposto no artigo 248.º do Código dos Valores Mobiliários, vem informar que prolongou o contrato de trabalho desportivo que liga a Sociedade ao atleta Fábio Alexandre da Silva Coentrão por mais 1 (uma) época desportiva, ou seja, até 30 de Junho de 2016.
Mais se informa que o montante da cláusula de rescisão expressa no referido contrato de trabalho desportivo é de € 30.000.000 (trinta milhões de euros).
Comunicado
A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, em cumprimento do disposto no artigo 248.º do Código dos Valores Mobiliários, vem informar que prolongou o contrato de trabalho desportivo que liga a Sociedade ao atleta Fábio Alexandre da Silva Coentrão por mais 1 (uma) época desportiva, ou seja, até 30 de Junho de 2016.
Mais se informa que o montante da cláusula de rescisão expressa no referido contrato de trabalho desportivo é de € 30.000.000 (trinta milhões de euros).
domingo, 26 de setembro de 2010
Regresso à fórmula Europa
Uma semana depois de ter deixado a possibilidade em aberto, Paulo Sérgio poderá ser hoje forçado, frente ao Nacional, a apresentar uma equipa que inclua alguns dos jogadores menos utilizados, aqueles que, perante o Lille, asseguraram os primeiros 3 pontos na fase de grupos da Liga Europa. Com Maniche, por castigo, e Valdés, devido a lesão, fora de combate, o técnico, de 42 anos, deverá conceder novas oportunidades a Vukcevic, que, após o golo em França, voltou a entrar bem no dérbi da Luz; e a Zapater, que deverá formar com André Santos a dupla mais recuada do meio-campo.
Claro que, se o treinador apostar, como é de prever, num esquema mais arrojado, com a colocação de dois homens na área contrária, o espanhol terá a sua titularidade condicionada pela manutenção de Matías. Se o chileno jogar, há um lugar no onze para André Santos ou Zapater e mais dois para Vukcevic, seguramente, e Yannick.
FC Porto-SC Olhanense, 2-0: Líder nota 20
São 20 vitórias. Consecutivas e intervaladas, precisamente ao meio, na passagem de uma época para a outra. No Dragão, a melhor defesa do campeonato, incapaz de resistir ao jogo fulminante do líder, deixou, simplesmente, de o ser. Como uma locomotiva pulverizadora, o FC Porto decompôs, com distinção, novo obstáculo e juntou mais três pontos à vantagem. À sexta jornada, o segundo classificado surge a sete pontos de distância. Por detrás de cada estratégia, para lá da mais discreta nuance, há, em qualquer exibição portista, uma técnica de asfixia que persiste. Especialmente veloz, o líder não deixa respirar o opositor. Investe, sucessivamente, em doses de ataque massivo; da direita, à esquerda, congeminado ao meio, numa multiplicidade de soluções, numa sequência de cortar a respiração.
O brilho, que parece obedecer a uma lógica de intensidade crescente, salta de pé para pé. De Moutinho para Varela, de Hulk para Falcao, num processo que rapidamente fermenta e até permite
marcar a centrais em noite de estreia. Foi assim com Otamendi, convidado a tornar o seu primeiro jogo no Dragão ainda mais cor-de-rosa do que as chuteiras que calçava. Antes mesmo de o génio de toda uma equipa começar a levantar fervura, Hulk já havia marcado, num lance que, prontamente anulado, serviria apenas de prenúncio do sufoco olhanense. Na origem do primeiro golo sancionado, o brasileiro apontou o segundo, depois de uma súbita intercepção de bola e de uma fuga ainda mais rápida, que só terminou com o violento balançar das redes defendidas por Moretto, mesmo antes do intervalo.
A defesa menos batida da Liga era já a do FC Porto. A custo, o Olhanense reerguia-se, revelando sinais de vida, mas a engenhosa máquina de André Villas-Boas prosseguia, segura, o processo de trituração, bem para lá do instante em que Hulk saiu de cena. Do fino método de moagem, em que todos assumem a condição de intérpretes decisivos, não resultariam mais golos, apesar de merecidos e justificados a cada movimento de ataque que vaporizava a oposição, numa mescla rara em que genialidade e simplicidade se confundem.
O brilho, que parece obedecer a uma lógica de intensidade crescente, salta de pé para pé. De Moutinho para Varela, de Hulk para Falcao, num processo que rapidamente fermenta e até permite
marcar a centrais em noite de estreia. Foi assim com Otamendi, convidado a tornar o seu primeiro jogo no Dragão ainda mais cor-de-rosa do que as chuteiras que calçava. Antes mesmo de o génio de toda uma equipa começar a levantar fervura, Hulk já havia marcado, num lance que, prontamente anulado, serviria apenas de prenúncio do sufoco olhanense. Na origem do primeiro golo sancionado, o brasileiro apontou o segundo, depois de uma súbita intercepção de bola e de uma fuga ainda mais rápida, que só terminou com o violento balançar das redes defendidas por Moretto, mesmo antes do intervalo.A defesa menos batida da Liga era já a do FC Porto. A custo, o Olhanense reerguia-se, revelando sinais de vida, mas a engenhosa máquina de André Villas-Boas prosseguia, segura, o processo de trituração, bem para lá do instante em que Hulk saiu de cena. Do fino método de moagem, em que todos assumem a condição de intérpretes decisivos, não resultariam mais golos, apesar de merecidos e justificados a cada movimento de ataque que vaporizava a oposição, numa mescla rara em que genialidade e simplicidade se confundem.
sábado, 25 de setembro de 2010
Águia imperial na Madeira
Para o encontro no Estádio dos Barreiros, o treinador Jorge Jesus apresentou o mesmo quarteto defensivo do dérbi com o Sporting, mexendo apenas no meio-campo devido à ausência de Pablo Aimar. Carlos Martins ocupou a posição do médio argentino, sendo que o lado direito do terreno começou por ser preenchido por Nicolás Gaitán.
O número 20 foi um dos elementos mais activos do primeiro tempo.
Aos 13 minutos, Gaitán rematou ao lado da baliza de Marcelo Boeck. Numa saída em falso do guardião contrário, Javi Garcia quase conseguiu inaugurar o marcador, no entanto, o cabeceamento não teve êxito, uma vez que Danilo Dias evitou o golo em cima da linha de baliza (16’).
Com excelentes combinações entre os seus jogadores, o Benfica continuou a provocar o pânico junto da área maritimista. Aos 27 minutos, Gaitán escapou pelo lado direito do ataque e colocou em Cardozo no interior da área, onde este solicitou Saviola para um remate travado por boa uma defesa do guarda-redes do Marítimo.
O número 30 voltou a está muito perto do golo aos 30 minutos, após uma combinação com o inspirado Gaitán. Contudo, o remate de Saviola foi defendido por Marcelo Boeck.
O minuto 34 do
jogo com o Marítimo entra para o lote dos lances em que o Benfica foi prejudicado esta temporada. Saviola foi derrubado claramente na grande área por Roberto Sousa, mas o árbitro João Capela nada assinalou.
O primeiro lance de verdadeiro perigo do Marítimo surgiu aos 40 minutos, mas o guarda-redes Roberto travou muito bem a tentativa de Danilo Dias. O espanhol voltou a estar em plano de evidência aos 42 minutos, ao defender um remate muito perigoso de Babá.
A resposta do Benfica veio por intermédio de Gaitán. Cardozo desmarcou muito bem o argentino, mas este não acertou da melhor forma na bola, pelo que o remate não deu golo (43’).
Domínio avassalador
O segundo tempo começou com excelentes oportunidades para o Benfica. Depois de Gaitán ter ameaçado aos 48 minu
tos, Cardozo teve duas situações claras para abrir o activo nos Barreiros. O paraguaio, aos 50 minutos, surgiu isolado, no entanto, permitiu a defesa do guarda-redes dos visitados, sendo que a bola sobrou novamente para si, cabeceando em direcção da para a baliza. O defesa do Marítimo Ricardo Esteves evitou o golo do número sete das “águias”. Aos 53 minutos, Cardozo rematou com muito perigo por cima da barra.
O merecido golo do Benfica chegou aos 57 minutos. Saviola cruzou do lado direito e do lado contrário apareceu Fábio Coentrão a dominar o esférico e a rematar sem hipótese para o guarda-redes do Marítimo. Antes de uma excelente defesa de Roberto a remate de Danilo Dias (65’), o Benfica voltou a ver João Capela a não assinalar uma grande penalidade. César Peixoto sofreu falta na área maritimista, mas isso passou novamente em claro (63’). O Benfica dominou a partida até a final e o resultado peca apenas por escasso, já que foram muitas as oportunidades criadas ao longo do desafio. Esta foi a terceira vitória dos campeões nacionais no campeonato nacional.
O Benfica apresentou a seguinte equipa nos Barreiros: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Javi Garcia, Fábio Coentrão, Gaitán (Salvio, 70’) e Carlos Martins (Airton, 83’); Saviola (Jara, 73’) e Cardozo.
O número 20 foi um dos elementos mais activos do primeiro tempo.
Aos 13 minutos, Gaitán rematou ao lado da baliza de Marcelo Boeck. Numa saída em falso do guardião contrário, Javi Garcia quase conseguiu inaugurar o marcador, no entanto, o cabeceamento não teve êxito, uma vez que Danilo Dias evitou o golo em cima da linha de baliza (16’).Com excelentes combinações entre os seus jogadores, o Benfica continuou a provocar o pânico junto da área maritimista. Aos 27 minutos, Gaitán escapou pelo lado direito do ataque e colocou em Cardozo no interior da área, onde este solicitou Saviola para um remate travado por boa uma defesa do guarda-redes do Marítimo.
O número 30 voltou a está muito perto do golo aos 30 minutos, após uma combinação com o inspirado Gaitán. Contudo, o remate de Saviola foi defendido por Marcelo Boeck.
O minuto 34 do
jogo com o Marítimo entra para o lote dos lances em que o Benfica foi prejudicado esta temporada. Saviola foi derrubado claramente na grande área por Roberto Sousa, mas o árbitro João Capela nada assinalou.O primeiro lance de verdadeiro perigo do Marítimo surgiu aos 40 minutos, mas o guarda-redes Roberto travou muito bem a tentativa de Danilo Dias. O espanhol voltou a estar em plano de evidência aos 42 minutos, ao defender um remate muito perigoso de Babá.
A resposta do Benfica veio por intermédio de Gaitán. Cardozo desmarcou muito bem o argentino, mas este não acertou da melhor forma na bola, pelo que o remate não deu golo (43’).
Domínio avassalador
O segundo tempo começou com excelentes oportunidades para o Benfica. Depois de Gaitán ter ameaçado aos 48 minu
tos, Cardozo teve duas situações claras para abrir o activo nos Barreiros. O paraguaio, aos 50 minutos, surgiu isolado, no entanto, permitiu a defesa do guarda-redes dos visitados, sendo que a bola sobrou novamente para si, cabeceando em direcção da para a baliza. O defesa do Marítimo Ricardo Esteves evitou o golo do número sete das “águias”. Aos 53 minutos, Cardozo rematou com muito perigo por cima da barra.O merecido golo do Benfica chegou aos 57 minutos. Saviola cruzou do lado direito e do lado contrário apareceu Fábio Coentrão a dominar o esférico e a rematar sem hipótese para o guarda-redes do Marítimo. Antes de uma excelente defesa de Roberto a remate de Danilo Dias (65’), o Benfica voltou a ver João Capela a não assinalar uma grande penalidade. César Peixoto sofreu falta na área maritimista, mas isso passou novamente em claro (63’). O Benfica dominou a partida até a final e o resultado peca apenas por escasso, já que foram muitas as oportunidades criadas ao longo do desafio. Esta foi a terceira vitória dos campeões nacionais no campeonato nacional.
O Benfica apresentou a seguinte equipa nos Barreiros: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Javi Garcia, Fábio Coentrão, Gaitán (Salvio, 70’) e Carlos Martins (Airton, 83’); Saviola (Jara, 73’) e Cardozo.
Génova vem a Lisboa negociar Yannick
Segundo o site Itasportpress, o Génova virá "nos próximos dias" a Lisboa para negociar Yannick com o Sporting. O clube transalpino, onde alinha Eduardo e Miguel Veloso, tem também na mira Pelé, jovem médio do Belenenses, que poderá ser também negociado nesta mesma visita à capital portuguesa.
Recorde-se que já no final de agosto, o representante do jogador leonino, Giovanni Ferraro, procurador do avançado em terras transalpinas, se tinha encontrado com dirigentes do Génova, que, na altura, confirmou o interesse do italianos por Yannick.
Recorde-se que já no final de agosto, o representante do jogador leonino, Giovanni Ferraro, procurador do avançado em terras transalpinas, se tinha encontrado com dirigentes do Génova, que, na altura, confirmou o interesse do italianos por Yannick.
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