Com efeito, Polga vai render o lesionado Nuno André Coelho, enquanto que Maniche (cumpriu jogo de castigo com o Nacional) vai voltar ao onze, sendo provável que Zapater seja o jogador sacrificado no meio-campo. Outra das novidades que o técnico poderá apresentar no embate da Liga Europa prende-se com o regresso de Diogo Salomão ao onze. O camisola 33 estreou-se como titular ante o Lille, deixou excelentes indicações e no embate com o Nacional rendeu Yannick ao intervalo. As boas prestações do jovem extremo podem ser um trunfo a explorar pelo técnico no jogo de hoje.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Salomão é arma contra os búlgaros
Paulo Sérgio não vai proceder a nenhuma revolução no onze para o jogo de hoje, com o Levski Sofia. Ao contrário do que aconteceu com o Lille, onde mudou nove jogadores, o técnico leonino prepara-se para apresentar uma equipa muito semelhante aquela que defrontou o Nacional, ainda que com algumas mudanças significativas.
Com efeito, Polga vai render o lesionado Nuno André Coelho, enquanto que Maniche (cumpriu jogo de castigo com o Nacional) vai voltar ao onze, sendo provável que Zapater seja o jogador sacrificado no meio-campo. Outra das novidades que o técnico poderá apresentar no embate da Liga Europa prende-se com o regresso de Diogo Salomão ao onze. O camisola 33 estreou-se como titular ante o Lille, deixou excelentes indicações e no embate com o Nacional rendeu Yannick ao intervalo. As boas prestações do jovem extremo podem ser um trunfo a explorar pelo técnico no jogo de hoje.
Com efeito, Polga vai render o lesionado Nuno André Coelho, enquanto que Maniche (cumpriu jogo de castigo com o Nacional) vai voltar ao onze, sendo provável que Zapater seja o jogador sacrificado no meio-campo. Outra das novidades que o técnico poderá apresentar no embate da Liga Europa prende-se com o regresso de Diogo Salomão ao onze. O camisola 33 estreou-se como titular ante o Lille, deixou excelentes indicações e no embate com o Nacional rendeu Yannick ao intervalo. As boas prestações do jovem extremo podem ser um trunfo a explorar pelo técnico no jogo de hoje.
Bigorna abre a porta
Um dragão ambicioso, mas com a sua estrutura retocada. Villas-Boas está contente com a evolução do plantel e acha que é chegada a altura de reforçar a rotatividade, ficando próximo de operar um “turnover”. Souza e Rodríguez foram confirmados no onze, tudo indica que Sapunaru e Maicon também vão atuar, mas a maior novidade será mesmo a aposta em Walter no ataque, dando finalmente algum descanso a Falcão. Mais dúvidas existem sobre a titularidade de Otamendi na Bulgária, dado que a entrada de Maicon deve processar-se com Rolando a permanecer no seu posto. Ontem, chovia durante o treino dos dragões, mas hoje espera-se um relvado seco. Ainda assim, a acumulação de esforços durante “um mês cansativo” exigiu uma intervenção de Villas-Boas.
Águia não fala alemão
Ainda não foi desta que o Benfica conseguiu acabar com a maldição dos jogos na Alemanha. No mesmo estádio onde o FC Porto se sagrou campeão, frente ao Monaco, na final da Liga dos Campeões, os encarnados adiaram o fim de um registo com quase 50 anos e ampliaram para 19 o número de visitas a terreno germânico sem uma vitória.
Ao sair derrotado com o Schalke 04, a equipa de Jorge Jesus não fez mais do que nas anteriores visitas do Benfica em jogos da Liga dos Campeões. Desde 1961/62, época em que encontrou pela primeira vez um adversário alemão na Taça dos Campeões, o Nuremberga, o Benfica nunca foi capaz de empatar sequer um jogo na prova mais importante da UEFA, sofrendo por três vezes goleadas – e não é por acaso que os encarnados já encaixaram 49 golos em 19 encontros em solo germânico. Dortmund (0-5), Bayern (1-5 e 1-4, duas vezes), Dínamo Dresden (0-2) e Kaiserslautern (0-1), no derradeiro confronto, foram outros dos carrascos da equipa portuguesa na Taça/Liga dos Campeões.
O Benfica continua sem ganhar na Alemanha mas há três jogos que não sabia o que era perder contra equipas daquele país. A última derrota aconteceu em 04/05, com o Estugarda, na altura em que Fernando Meira jogava no clube germânico.
Ao sair derrotado com o Schalke 04, a equipa de Jorge Jesus não fez mais do que nas anteriores visitas do Benfica em jogos da Liga dos Campeões. Desde 1961/62, época em que encontrou pela primeira vez um adversário alemão na Taça dos Campeões, o Nuremberga, o Benfica nunca foi capaz de empatar sequer um jogo na prova mais importante da UEFA, sofrendo por três vezes goleadas – e não é por acaso que os encarnados já encaixaram 49 golos em 19 encontros em solo germânico. Dortmund (0-5), Bayern (1-5 e 1-4, duas vezes), Dínamo Dresden (0-2) e Kaiserslautern (0-1), no derradeiro confronto, foram outros dos carrascos da equipa portuguesa na Taça/Liga dos Campeões.
O Benfica continua sem ganhar na Alemanha mas há três jogos que não sabia o que era perder contra equipas daquele país. A última derrota aconteceu em 04/05, com o Estugarda, na altura em que Fernando Meira jogava no clube germânico.
Di Maria escapa sem ferimentos a um acidente de viação
Angel Di María sofreu esta quarta-feira, no dia de folga da equipa do Real Madrid, um ligeiro acidente de viação na Avenida Séneca, quando se encaminhava para casa. Tudo não passou de um susto para o jogador e para a noiva, Jorcelina, que o acompanhava e a quem o argentino dedicou na véspera o golo marcado frente ao Auxerre, na Liga dos Campeões. O jogador saiu ileso do acidente - assim como a sua noiva - e está em plenas condições para integrar o treino desta quinta-feira da equipa orientada por José Mourinho. Já a viatura sofreu alguns danos.
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